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Programa Criança Feliz já tem inscrição de 82 municípios gaúchos

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Maria Helena destacou a importância de trabalhar em parceria com a União em projetos voltados à primeira infância - Foto: Karine Viana
Por Vanessa Felippe

A Secretária do Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori, participou na manhã desta terça-feira da abertura do I Seminário Estadual de Implementação do Programa Criança Feliz no Rio Grande do Sul. 

O encontro tem o objetivo de orientar os gestores dos municípios gaúchos que já aderiram ao programa federal. Como o Rio Grande do Sul tem o Programa Primeira Infância Melhor, que atende o mesmo público-alvo (crianças de 0 a 6 de idade), a ideia é ampliar e fortalecer o trabalho, em parceria. Por isso, é preciso alinhar as atividades. 

O evento acontece ao longo do dia na sede do Ministério Público em Porto Alegre. Participaram da abertura o Governador do Estado, José Ivo Sartori, o Ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, o Secretário Estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, o Secretário Estadual da Educação, Ronald Krummenauer, o Secretário Estadual da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Victor Hugo Alves da Silva, o Procurador Geral da Justiça do RS, Fabiano Dallazen, entre outras autoridades e representantes de entidades municipais e estaduais.

A Primeira-Dama destacou que cuidar das gestantes e dos bebês é fundamental para as políticas públicas. Um ganho para as mães, para os filhos e para a sociedade. Segundo Maria Helena Sartori, o cuidado, quando acontece desde muito cedo, reduz os custos no futuro, porque as crianças chegam mais saudáveis e preparadas para a idade escolar.

"Com o PIM e o Criança Feliz, estamos criando um novo futuro para o Rio Grande. Podemos não colher todos os frutos agora. Mas vamos colher. E isso fica muito mais fácil quando municípios, Estado e União trabalham juntos. A palavra-chave é parceria", destacou a Secretária.

O Programa Criança Feliz vai funcionar por adesão. Até agora, 72 municípios gaúchos já aderiram. Outros 10 já pediram para participar, mas ainda dependem de aprovação nos Conselhos Municipais de Assistência Social. O foco está nos seguintes públicos:

- Gestantes e famílias com bebês de até três anos que fazem parte do Programa Bolsa Família;

- Famílias com crianças de até seis anos que recebem algum Benefício de Prestação Continuada;

- E crianças de até seis anos que estão afastadas do convívio familiar em razão da aplicação de medida de proteção.

Por meio de visitas domiciliares, as equipes vão acompanhar e orientar as mães, os pais ou responsáveis na criação e no desenvolvimento integral dos filhos. 

Nas 243 cidades que já tem o Primeira Infância Melhor, a idéia é aproveitar a estrutura existente e os profissionais que já atuam nesse campo. Os visitadores de cada município vão ser capacitados em áreas como saúde, educação, serviço social e direitos humanos.

Só no RS, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, quase 19 mil crianças vão ser atendidas, só na faixa etária de 0 a 3 anos.

Gabinete de Políticas Sociais